Ir ao encontro de belezas desconhecidas e desbravar o
extremo sul brasileiro. Foi com esse pensamento que o casal de piauienses
Bergson Pessoa, 29 anos e Lidiane da Rocha, 30 anos, resolveu deixar a cidade
de Parnaíba, no Litoral do Piauí para percorrer cerca de 10 mil km de moto até
o Uruguai. A aventura teve início no dia 4 de janeiro e o retorno do casal está
previsto para 31 deste mês.
extremo sul brasileiro. Foi com esse pensamento que o casal de piauienses
Bergson Pessoa, 29 anos e Lidiane da Rocha, 30 anos, resolveu deixar a cidade
de Parnaíba, no Litoral do Piauí para percorrer cerca de 10 mil km de moto até
o Uruguai. A aventura teve início no dia 4 de janeiro e o retorno do casal está
previsto para 31 deste mês.
A ideia foi de Bergson, que é bancário, mas foi
prontamente aceita pela mulher Lidiane, que é professora. Eles aproveitaram as
férias para colocar em prática a quarta viagem de moto. Esta não é a primeira
vez que o casal deixa o Piauí em busca de aventura. Nos últimos anos eles têm
aproveitado a temporada de férias para conhecer locais como Minas Gerais,
Maranhão e a Argentina.
prontamente aceita pela mulher Lidiane, que é professora. Eles aproveitaram as
férias para colocar em prática a quarta viagem de moto. Esta não é a primeira
vez que o casal deixa o Piauí em busca de aventura. Nos últimos anos eles têm
aproveitado a temporada de férias para conhecer locais como Minas Gerais,
Maranhão e a Argentina.
Com o dinheiro das férias e algumas economias, Bergson e
Lidiane programaram a viagem e
Lidiane programaram a viagem e
deixaram para trás a família, amigos e uma
capelinha onde participam de um grupo de oração da Renovação Carismática, movimento
ligado à Igreja Católica.
“Compensamos essa ausência no grupo quando passamos na Canção
Nova em São Paulo. O melhor da viagem é conhecer novas paisagens e fazer novos
amigos por onde passamos. Claro que há riscos, por mais cuidado que se tenha
estamos sujeito a tudo, mas temos confiança total em Deus e viajamos tranquilos
e nosso grupo reza todo dia por nós”, disse o bancário.
Nova em São Paulo. O melhor da viagem é conhecer novas paisagens e fazer novos
amigos por onde passamos. Claro que há riscos, por mais cuidado que se tenha
estamos sujeito a tudo, mas temos confiança total em Deus e viajamos tranquilos
e nosso grupo reza todo dia por nós”, disse o bancário.
Os dois rodam até às 18h e pernoitam em hotéis ou na casa
de amigos que mantém em algumas cidades.
No baú da motocicleta, o casal leva apenas o necessário, como por
exemplo, produtos de higiene pessoal. O que compram pelo caminho vão
despachando via Correios. “Aprendemos com essas viagens que não se deve
‘carregar melancias’ ou seja, levar somente o necessário”, relatou Bergson.
de amigos que mantém em algumas cidades.
No baú da motocicleta, o casal leva apenas o necessário, como por
exemplo, produtos de higiene pessoal. O que compram pelo caminho vão
despachando via Correios. “Aprendemos com essas viagens que não se deve
‘carregar melancias’ ou seja, levar somente o necessário”, relatou Bergson.
Nessa nova aventura o casal já passou pela Chapadinha
Diamantina (BA), São Roque, Sorocaba e Biritiba Mirim, em São Paulo, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. “O melhor de tudo são os amigos que nos apoiam
pelo caminho. Nosso amigo Flávio e sua esposa Rita saíram de São Roque e nos
encontramos na Chapada Diamantina, voltamos e nos hospedamos em sua casa. Em
Sorocaba fomos recebidos com festa e em Biritiba Mirim com churrasco”, contou.
Diamantina (BA), São Roque, Sorocaba e Biritiba Mirim, em São Paulo, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. “O melhor de tudo são os amigos que nos apoiam
pelo caminho. Nosso amigo Flávio e sua esposa Rita saíram de São Roque e nos
encontramos na Chapada Diamantina, voltamos e nos hospedamos em sua casa. Em
Sorocaba fomos recebidos com festa e em Biritiba Mirim com churrasco”, contou.
O percurso de 10 mil km em uma motocicleta de forma
alguma é motivo para reclamação dos viajantes. Para o casal, o desconforto é
compensado pelo prazer de pilotar, de ver e sentir novas paisagens, tomar
chuva, frio, vento, sol, os cheiros, as
curvas da estrada, rever os amigos e se sentir valorizados por eles.
alguma é motivo para reclamação dos viajantes. Para o casal, o desconforto é
compensado pelo prazer de pilotar, de ver e sentir novas paisagens, tomar
chuva, frio, vento, sol, os cheiros, as
curvas da estrada, rever os amigos e se sentir valorizados por eles.
“É diferente de entrar em um carro com ar condicionado,
fechar as janelas e viajar. Não tem graça. Em nossa lua de mel viajamos de
carro, mas nem se compara. Minha esposa é minha fiel companheira e sente tudo
isso comigo. O prazer que sentimos na estrada vem dessas coisas que pra nós são
de Deus, ou seja, nas viagens buscamos outra forma de sentir a Deus”, completou
Bergson.
fechar as janelas e viajar. Não tem graça. Em nossa lua de mel viajamos de
carro, mas nem se compara. Minha esposa é minha fiel companheira e sente tudo
isso comigo. O prazer que sentimos na estrada vem dessas coisas que pra nós são
de Deus, ou seja, nas viagens buscamos outra forma de sentir a Deus”, completou
Bergson.
Fonte: www.g1.globo.com