Vixe, minha gente! Segura o queixo para ele não cair no chão. O Calango aqui tava bem sossegado no muro quando vazaram uns áudios que deixaram o meio político mais barulhento que feira em dia de sábado. O negócio é o seguinte: o senador Flávio Bolsonaro foi pego conversando com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, numa intimidade danada. O cabra chamava o banqueiro de “irmão” e pedia socorro financeiro para pagar diretor, ator e equipe. Tudo isso para produzir um filme sobre a vida do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, batizado de Dark Horse.

Mas o que deixou o Calango estribuchado foi o tamanho da dinheirama. Estamos falando de uma negociação de R$ 134 milhões! Oxente, com esse dinheiro dá para comprar metade das blusinhas da China que o Lula desonerou! Desse total, o banqueiro já teria liberado cerca de R$ 61 milhões. Se o plano for até o fim, a história do ex-presidente vai se tornar o filme mais caro de toda a história do cinema nacional. É o verdadeiro “Guerra nas Estrelas” do cerrado!
Depois que o assunto virou fofoca nacional, o senador apareceu na internet dizendo que o áudio é real, mas que não tem nenhuma marmota ali. Segundo a defesa, é tudo dinheiro privado, sem usar um centavo de recursos públicos ou da famosa Lei Rouanet. E para mostrar que não tem medo, o homem ainda pediu a abertura de uma CPI para investigar o banco do amigo! A produtora do filme também soltou nota dizendo que nunca viu a cor do dinheiro do banqueiro. Quem tá falando a verdade? O Calango não sabe, mas que o enredo é de cinema, isso é!
O Calango viu e avisa:
- Que intimidade é essa?: Chamar banqueiro de “irmão” e pedir dinheiro para pagar boleto de filme é um nível de amizade que o Calango aqui não tem nem com os grilos que eu janto.
- Orçamento de herói: R$ 134 milhões para contar uma história? Rapaz, com esse orçamento dava para o ex-presidente comprar um cavalo de verdade, folheado a ouro, em vez de investir no “Dark Horse” de ficção.
- A nova tática do nó: O cabra é citado pedindo dinheiro para o dono do banco e, para se defender, pede uma investigação contra o próprio banco! É o legítimo “me prende antes que eu me esqueça”. O juízo de Brasília realmente tirou férias!




