Família de José Teixeira cobra investigação após acidente fatal na zona rural

Familiares pedem investigação e punição de responsável pela colisão fatal

Foto: Reprodução/Facebook

A família de José Teixeira de Sousa, de 66 anos, cobra justiça e investigação sobre a morte dele após um acidente entre duas motocicletas na localidade Poção III, zona rural de Batalha, na noite da última sexta-feira (28). A cobrança foi publicada pelos familiares nas redes sociais neste domingo (30).

No texto, a família afirma que José foi morto “de maneira banal” e destaca a importância dele para os parentes. Segundo os familiares, a manifestação tem como objetivo chamar a atenção da Polícia, de políticos e dos governantes de Batalha e do Estado do Piauí para o caso.

Conforme a publicação, os familiares afirmam que uma pessoa que bebe e assume a condução de um veículo também assume o risco de matar alguém. No texto, eles citam a legislação brasileira e defendem que a pessoa responsável pela morte seja punida.

“Ela assume um risco de destruir uma família e isso aconteceu conosco”, afirmam os familiares na publicação, ao se referirem à situação vivida após a morte de José.

A família também pede que o caso seja investigado e afirma esperar atenção das autoridades. Os parentes dizem ainda que torcem para que a Justiça acompanhe a situação e que o responsável seja punido.

O acidente

José Teixeira morreu após uma colisão frontal entre duas motocicletas na noite de sexta-feira (28), em uma curva de uma estrada vicinal na entrada para a localidade Baixa da Roça. O ponto fica no Poção III, conhecido na região como Poção do Domingos Maria.

Segundo informações apuradas pelo Diário de Caraíbas junto à Polícia Militar após o acidente, José não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A outra pessoa envolvida, F. A. S. S., de 29 anos, ficou ferida e foi encaminhada ao Hospital Messias de Andrade Melo, em Batalha.

Foto: Polícia Militar

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e a Polícia Militar foram acionados para atender à ocorrência. Na ocasião, a dinâmica exata da colisão ainda não havia sido esclarecida e deveria ser apurada pelos órgãos competentes.

José Teixeira era comerciante e mantinha um estabelecimento na localidade, próximo ao ponto onde ocorreu o acidente, que também fica nas proximidades de sua residência.

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